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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Bagagem revistada pela TSA



Você já deve ter ouvido falar na TSA? Trata-se de um órgão governamental responsável por cuidar da segurança nos aeroportos dos Estados-Unidos. Após os atentados de 2001, o país começou uma averiguação mais severa em quem aterriza em seu solo e entre as medidas estão uma revista maior em bagagens despachadas.

Em uma das nossas voltas de Orlando, nós tivemos uma surpresa quando pegamos uma de nossas malas. Ela estava com uma fita informando que havia sido inspecionada (foto acima). Todas as bagagens despachadas nos Estados Unidos passam por um raio-x e se precisar de uma averiguação maior, a TSA  (Transport Security Administration ou Administração de Segurança do Transporte) possui autorização por lei para abrir a mala e realizar uma vistoria manualmente. Nem as malas mais protegidas, por exemplo, embaladas com plástico, escapam da revista. E se você tiver colocado um cadeado à chave, ele será quebrado e a bagagem passará o resto da viagem desprotegida.

Porém, há uma forma de evitar que as malas fiquem desprotegidas. Você pode comprar cadeados aprovados pela TSA. Esses funcionam com um código, senha, mas possuem um espaço para ser aberto com uma chave mestra que somente a TSA possui. Então, os funcionários abrem a mala com essa chave-mestra, averiguam o que tem dentro e a fecham novamente. 


Nós acabamos esquecendo de comprar um cadeado TSA e só vimos na hora  de arrumar as bagagens. Por isso, uma de nossas malas foi com cadeado à chave. O resultado foi que a TSA precisou quebrá-lo para revistar o que estávamos levando no interior. Então, eles colocaram a fita para protegê-la um pouco. E quando abrimos, encontramos um bilhete que explicava sobre a inspeção (foto acima). 


Não tem como saber qual mala será revistada. Acredito que a nossa foi escolhida, pois essa era a única que tinha alguns alimentos como biscoitos, café... Também podem ser escolhidas, aquelas arrumadas de forma que podem prejudicar a visão na hora do raio-x. 

Então, você já sabe! Quando viajar não esqueça de comprar cadeados TSA para evitar, pelo menos, que a bagagem passe a viagem inteira desprotegida. Eu apoio essa medida de segurança da TSA. É uma forma de fazer o seu voo se tornar seguro. 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Conexão: Aeroporto de Atlanta


Na nossa última viagem com a companhia Delta Airlines, nós fizemos uma conexão no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta e vamos contar a nossa experiência nessa postagem. Antes de mais nada, você precisa saber que esse aeroporto é o mais movimentado do mundo sendo o hub principal das empresas Delta Airlines e Southwest Airlines. Pense em um aeroporto grande. Como nós estávamos voltando de Orlando, não precisamos pegar nossas malas. Assim que saímos do avião, perguntamos para um dos funcionários onde ficava o portão do nosso voo, ele logo nos informou. Porém, ficava no saguão F e nós estávamos no A. Apesar de ser imenso, é fácil de se achar por lá. Há placas e tudo muito intuitivo. 


Para ir de uma saguão a outro você pode optar pelo monorail ou...

...utilizar as esteiras rolantes espalhadas pelo aeroporto

O Aeroporto de Atlanta é separado em saguões (concourses). O terminal doméstico é composto por cinco: T,A,B,C e D. Em viagens internacionais, os passageiros devem seguir para os saguões E e F. Como forma de conectar todos esses saguões, há esteiras e monorail. Como estávamos muito longe, pegamos o monorail. Ele ia parando em cada estação e muitos passageiros desciam e subiam a bordo. 



Os saguões são muito parecidos. Como se fossem um verdadeiro shopping com muitas lojas e restaurantes. Há desde opção de fast-foods até um café com salgados ou doces. Você pode conferir, nesse link, os mapas dos saguões e o que encontrar por lá. 


Como nós estávamos em conexão, nem saímos da área de embarque que é muito confortável com cadeiras estofadas, carregadores de celular e banheiros. Uma coisa que não gostei é que há poucas opções de alimentação. O nosso tempo de espera era de duas horas e estávamos com fome. A nossa saída foi comprar alguns snacks em um loja chamada Z-Market. Gastamos cerca de 8 dólares com uma batata Pringles e um biscoito de pretzel. Porém, como íamos ter jantar no avião, tudo bem. Aguentamos a fome 😂


Esse aeroporto costuma assustar muitos brasileiros, pois é o mais movimentado do mundo, mas se você estiver em conexão, não se preocupe. É muito fácil de se encontrar por lá. E se você estiver em um voo noturno, é mais tranquilo ainda, o movimento é menor. 

Na nossa viagem de ida, nós fizemos conexão em Detroit. Quer saber como foi? Veja nessa postagem

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Conexão: Aeroporto de Detroit



Quem viajar com a companhia aérea Delta para Orlando, precisará fazer uma conexão em Detroit no estado de Michigan. O aeroporto é um dos mais modernos do país composto por seis pistas, 158 portas de embarque, um hotel, lojas, restaurantes e muito conforto. Na nossa última viagem, nós passamos por esse aeroporto e vamos contar a nossa experiência nessa postagem. 

Imigração 

Após a chegada do nosso voo, tivemos que esperar dez minutos dentro do avião, pois a área de imigração não estava aberta. Passado esse tempo, fomos liberados. A imigração é muito organizada. Uma funcionária norte-americana que falava português direcionava o caminho e gritava a seguinte frase. "Atenção! Quem possui visto de turismo, pode optar por utilizar os totens ou as cabines". As cabines são as tradicionais onde funcionários realizam entrevistas. Os totens começaram a ser implantados em 2014 por todos os EUA e é um controle de passaporte automatizado. Nada mais são que quiosques que escaneiam a página de identificação e de visto, coletam fotografia e digitais e ao final emitem um recibo. (irei explicar melhor a utilização do totem em uma postagem exclusiva). No recibo, aparecerá a sua foto com um certinho ou um X. Meu pai e meu irmão, receberam um X e  por causa disso, eles tiveram que passar por um guichê para responder algumas informações adicionais daquelas que respondemos no quiosque digital. Nada de mais, uma entrevista de praxe realizada na imigração. 

Caminho para os portões 


O McNamara é o maior, dividido em saguões e conectados por um monorail 

O aeroporto de Detroit possui dois terminais: McNamara e o Terminal North que não são interligados. O primeiro é o maior, onde aterrizam e partem voos da Delta e parceiras. O North fornece as demais companhias. E por não serem interligados, se você precisar trocar de terminal, terá que se direcionar para o Ground Transportation e pegar um ônibus gratuito até o outro terminal.

Após a imigração, pegamos nossas malas nas esteiras e seguimos para os portões de embarque. Como era uma conexão com a Delta, não precisamos trocar de terminal. Nós fomos para o 3° andar que era o que estava aberto (quando há muito movimento que há uma liberação do segundo andar). No caminho para o raio-X, entregamos nossas malas. E não fique espantado! É só um ponto para entrega de malas para conexão, uma esteira com dois funcionários. Você só entrega e confia! (achamos muito estranho). 

Logo em seguida, passamos pelos procedimentos de segurança, o raio-x. Pronto! Só faltava encontrar o portão. Como tínhamos duas horas, resolvemos passear. 

O Terminal McNamara



Esse terminal é dividido em três saguões (concourse A, B e C) conectados por um trem, tipo o monorail da Disney. Se não quiser ir de trem, pode optar por pegar umas das esteiras rolantes que ficam em um túnel com luzes e que acaba sendo uma atração à parte. O nosso portão era no saguão A com um chafariz ao centro e algumas lojas e restaurantes. Há opções para lanches, café, lojas de acessórios e até um SPA, um local para relaxar. Você pode conferir todos os serviços disponíveis no aeroporto, nesse link.  Já vou adiantando, tem Subway, Starbucks e McDonald's 😀



Depois, sentamos nas cadeiras para aguardar o embarque (e que conforto). Todas estofadas e com carregadores de celular disponíveis. Gostamos muito desse aeroporto. Você já fez conexão nele? Conte para a gente. 😃

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Como é viajar com a Delta Airlines para Orlando

Foto: Delta Airlines 

Desta vez o Viva Disney e Orlando viajou com a Delta Airlines e vai contar a experiência com essa companhia aérea. Tudo começou na hora de comprar as passagens. Por ser a companhia com o preço mais barato para a época que nós gostaríamos de viajar, acabamos utilizando a Delta para ir aos Estados Unidos. Era a primeira vez que iríamos em um voo com conexão internacional, na ida em Detroit e na volta em Atlanta. Escolhemos os assentos com bastante antecedência, só que próximo do dia da viagem descobrimos que os assentos foram alterados sem nosso consentimento e sem possibilidade de alteração. Ficamos um pouco tristes, mas não foi uma alteração absurda.  Nos colocaram um pouco mais para frente. Vale a dica de ficar acompanhando a sua reserva online, pois as companhias aéreas podem trocar pessoas de assento sem aviso prévio.

Primeiras impressões 

Não conseguimos fazer o check-in online, não estava disponível. Acreditamos que era por causa que os sistemas da Gol (parceira da Delta) e Delta eram diferentes. Bom, fizemos o check-in em Florianópolis e recebemos as passagens de São Paulo-Detroit e Detroit-Orlando. Não entendi muito bem o motivo, pois em São Paulo precisamos fazer o check- in novamente. Fomos a uma sala da Delta e lá recebemos as passagens e o funcionário realizou algumas perguntas como por exemplo: quantos dias vocês vão ficar em Orlando?; qual era a ocupação profissional de cada membro do grupo?... Como a Delta é norte-americana, os funcionários podem realizar perguntas para uma maior segurança. 


O voo 


Foto: Viva Disney e Orlando 

O voo de Florianópolis para São Paulo foi através da Gol, parceira da Delta, e foi tranquilo. Às 22h começou o embarque de São Paulo para Detroit. Entramos no avião e tomamos nossos assentos. Logo, os comissários de bordo começaram a distribuir fones de ouvido e  um kit com tapa-ouvido e máscara para dormir. Também ganhamos garrafas d'água. Sim, garrafas e durou todo o voo. Gostei muito do serviço de bordo da Delta como um todo. Existiam dois funcionários que falavam português e os outros falam em inglês e espanhol, todos muito cordiais. Após alguns minutos de decolagem começaram a entregar lenços quentes para higienizar as mãos. E meia hora depois, serviram o jantar. Enquanto isso, nós assistíamos alguns filmes na tela. O serviço de entretenimento era bom, não tenho o que reclamar. De barriga cheia, fomos dormir. Não era aquele espaço confortável, achei um pouco apertado na verdade, mas é semelhante se comparado a outras companhias. Lembrando que quem deseja mais espaço pode optar pelo Delta Confort com o pagamento de alguns dólares a mais. 



Entretenimento 


Foto: Delta Airlines 

No sistema de entretenimento há filmes (nem todos com legenda e muitos em inglês), jogos, música, séries de TV e mapa de voo. Como é um voo noturno, muitas pessoas dormem, mas não é todo mundo que consegue, não é? Também há wi-fi, mas é pago à parte. Confira os preços, no site da Delta. 

Jantar 

No jantar, tinha frango ou massa, ambos acompanhados com salada, um pãozinho e uma barrinha de chocolate, diamante negro ou Laka. Como eu possuo intolerância à lactose, pedi no momento da reserva do assento (ainda no Brasil), uma refeição especial vegetariana que muitas vezes não possui lactose. E quem pede refeição especial, recebe primeiro. 😊

Café da manhã

Foto: Delta Airlines 


No café da manhã, também recebi a refeição especial. E os comissários serviram aos demais passageiros uma caixinha com uma barrinha de cereal, um potinho com frutas cortadas e sanduíche com presunto e queijo. As frutas não gostei muito, estavam duras, acho que eram congelas. Até derrubei algumas no chão ao tentar pegar com aqueles garfinhos de plástico (kkk). O que gostei muito é que entre as opções de bebidas, tinha café Starbucks. Pousamos um pouco antes do horário previsto, às 5h30 e por isso precisávamos esperar até às 6h para a abertura da imigração. 

Conexão em Detroit 


Foto: Viva Disney e Orlando 

O nosso outro voo era inicialmente às 8h, mas como achamos que não daria tempo, preferimos mudar, ainda no Brasil, para às 10h. Apesar de a Delta garantir que dá tempo para fazer a conexão, mudamos. Isso foi muito bom, pois passeamos pelo aeroporto de Detroit. O outro voo (de Detroit para Orlando) não era muito bom. O avião era um pouco velho e a limpeza não era das melhores. Porém, o tempo de voo era de somente três horas, tranquilo. Serviram um lanche (mini biscoito como pretzel, amendoim e bolacha) com bebidas.

Voo de Volta 


Foto:Viva Disney e Orlando 

Na volta, fizemos uma conexão em Atlanta. Que aeroporto gigante! Vou fazer uma matéria sobre ele aqui no blog! Bom, como ia dizendo, o voo de Orlando para Atlanta foi tranquilo, o avião também não era um dos melhores, mas era apenas uma hora e meia.

Em Atlanta, ao chegar no portão de embarque percebemos que alguns passageiros estavam estressados e falavam com funcionários no balcão. O que tinha acontecido é que o voo do dia anterior tinha sido cancelado e estavam tentando realocar os passageiros no nosso voo. Um funcionário até ofereceu 800 dólares em voucher e estadia em hotel para quem quisesse ser voluntário e oferecer o seu assento. Porém, como estávamos em quatro e tínhamos conexão em São Paulo para Florianópolis, nem cogitamos. Começaram o embarque no horário previsto, porém o voo atrasou cerca de 20 minutos. 

Fora isso, o voo estava tranquilo. Só tinha um funcionário que não estava muito cordial, com uma cara de pouco amigos. O resto estava igual a ida. 

Conclusão 

Gostei muito da Delta, apesar de alguns contratempos. Porém, eu acredito que depende de sorte. Às vezes está tudo às mil maravilhas, às vezes acontece algum atraso. De forma geral, gostei muito da Delta com funcionários cordiais, com um ótimo serviço de bordo. É uma companhia imensa. Nos aeroportos onde fizemos conexão, há muitos voos com a Delta. Em Atlanta é a sede da companhia, então imagina a quantidade de decolagens e pousos. E por se tratar de uma companhia grande, senti muita segurança durante o trajeto. Voltaria sim a viajar com a Delta.